"Por Germano Almeida
O Sp. Braga abriu esta manhã as ‘oficinas’ para a época 2009/2010. O novo treinador dos ‘arsenalistas’, Domingos Paciência, promete um «Braga de grandes objectivos» e decidido a intrometer-se na luta com os três ‘grandes’ pelos primeiros lugares.«Queremos ser um Braga de grandes objectivos, como o clube nos habituou nas últimas épocas e vai continuar a fazê-lo. Temos qualidade para sermos ainda melhores e a obrigação de lutarmos pelos quatro primeiros lugares. Queremos ser candidatos aos três primeiros lugares e intrometermo-nos entre os ‘grandes’, esta época ou na próxima», afirmou Domingos.Os objectivos traçados pelo treinador foram sublinhados pelo presidente do clube, António Salvador, que deu ainda conta da ambição de disputar a final da Taça de Portugal ou a Taça da Liga, bem como chegar longe na Liga Europa: «O Sp. Braga tem que lutar pelos quatro primeiros lugares, temos qualidade para o fazer. Na UEFA, somos uma equipa respeitada, queremos entrar na fase de grupos e ir o mais longe possível».Quanto ao plantel que vai ‘atacar’ a época 2009/2010, Domingos diz que a «base está praticamente formada», mas aponta para a entrada de jogadores para «duas ou três posições ainda em aberto», para colmatar eventuais saídas. O director desportivo Carlos Freitas assumiu que Evaldo, cobiçado pelo Colónia [onde milita o médio Petit], está na linha da frente para deixar o clube, possibilitando encaixe financeiro significativo.Exames médicos e treino à tardeO plantel minhoto reuniu-se esta manhã, pelas 10 horas, para o arranque da nova época, com a realização dos habituais exames médicos, que se prolongam até terça-feira. Para esta tarde, Domingos Paciência agendou um treino, ligeiro, no Estádio Axa, que se inicia às 17.30 horas.Ney e Fernando Alexandre, ambos ex-E. Amadora, e o venezuelano Peña, ex-Mérida, são, até ver, os reforços confirmados, contando-se igual número de saídas: Luis Aguiar, Orlando Sá e Renteria.Jorginho, Leone, Meyong e Mossoró estão em trânsito para Braga e devem chegar à cidade dos Arcebispos durante o dia de hoje. Kalaba e Rodriguez apresentam-se mais tarde, em virtude de terem representado as respectivas selecções nos jogos de qualificação para o Mundial-2010. Peterson, jovem médio haitiano da equipa júnior foi promovido ao plantel principal, mas pode vir a ser emprestado, o mesmo devendo suceder com outros jogadores."
Fonte: Jornal a Bola
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Morreu Michael Jackson

Morreu aos 50 anos de idade num Hospital de Los Angeles, o cantor Pop Machael Jacson. Amado por uns odiado por outros. Foi considerado o rei da Pop como uns diziam, o homem parte mas as musicas ficam para sempre. Apesar dos escandalos em que esteve envolvido e das plásticas, musicas como "triller", vão permanecer para sempre na memória de todos.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Deveria haver metro ligeiro em São Miguel
Com uma população aproximada de 160 mil habitantes, a ilha de São Miguel é a mais populosa de todas, tendo mais de metade da população total do arquipélago e dentro da ilha a zona que vai de Ponta Delgada a Vila Franca do Campo, incluíndo na costa Norte das Capelas à cidade da Ribeira Grande Vivem cerca de 90 mil pessoas. A maioria da população trabalha em Ponta Delgada, o que trás muitos automoveis ao centro da cidade congestionando todo o trafego citadino, embora agora um pouco melhor com a construção de novos parques de estacionamento. No entanto seria benéfico para todos novas alternativas de transportes, para além do automovel de dos autocarros de transportes públicos que fazem as ligações entre a cidade e outros concelhos da ilha e freguesias, era bom apostar, ou talvez seria bom que os nosso governantes pensassem futuramente na construção de uma ou duas linhas de metro ligeiro de superficie, principalmente que ligasse por exemplo o aeroporto João Paulo II ao Centro da Cidade de Ponta Delgada, outra de Ponta Delgada à Ribeira Grande e à Lagoa. Embora sejam investimentos avultados, não são impossiveis, desde que haja boa vontade.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
As Festas do São João de Braga - Programa
As Festas de S. João/2009 que decorrem, de 14 a 24 Junho, apresentam à semelhança de anos anteriores, um extenso e diversificado programa.Animação de rua, com grupos de Zés Pereiras e de percussão, bombos, rusgas, espectáculos de música popular e folclórica, fogo de artifício, provas desportivas, procissões, são algumas das actividades que compõem este programa.De entre elas, destaca-se:
14 de Junho, Domingo--------------------------------------------------
16h30: XX Encontro Internacional de Gigantones e CabeçudosParticipação de 32 grupos com um total de 800 figurantes. Organização: Ida e Volta Concentração final: 18:30h L ocal: Avenida Central
19 de Junho, Sexta-feira--------------------------------------------------
22h00: Espectáculo pela fadista MarizaLocal: Estádio 1º de MaioBilhetes: bancada VIP (lugares sentados): 15 euros; primeira plateia (lugares sentados): 10 euros; lugares em pé: 5 euros.
23 de Junho, Terça-feira------------------------------------------------
10h00: Cerimónia Solene da Abertura Oficial das Festas da Cidade Local: Praça do Município
10h00: Concerto pelo Orfeão de Braga e Banda Musical de S. Miguel de Cabreiros Local: Praça do Município
22h00: Cortejo das Rusgas Local: Praça da República
01h00: Fogo da Ponte Local: Monte Picoto
24 de Junho, quarta-feira ------------------------------------------~
09h00: Carro das Ervas (ou “dos Cheiros”), Carro do Rei David e Carro dos Pastores. Exibição da dança palaciana pelo Rei David” e “Auto Sacramental de São João”, pelos pastores. Saída, em cortejo pelas principais ruas da zona histórica da cidade. Estas representações medievais são ímpares e tradicionais nas festas de São João de Braga.Local: Largo de São João do Souto
16h30: Concerto pelo Orfeão de Braga dirigido pelo Maestro António Vilas BoasLocal: Largo do Paço
Fonte: Forum Bracara Augusta
14 de Junho, Domingo--------------------------------------------------
16h30: XX Encontro Internacional de Gigantones e CabeçudosParticipação de 32 grupos com um total de 800 figurantes. Organização: Ida e Volta Concentração final: 18:30h L ocal: Avenida Central
19 de Junho, Sexta-feira--------------------------------------------------
22h00: Espectáculo pela fadista MarizaLocal: Estádio 1º de MaioBilhetes: bancada VIP (lugares sentados): 15 euros; primeira plateia (lugares sentados): 10 euros; lugares em pé: 5 euros.
23 de Junho, Terça-feira------------------------------------------------
10h00: Cerimónia Solene da Abertura Oficial das Festas da Cidade Local: Praça do Município
10h00: Concerto pelo Orfeão de Braga e Banda Musical de S. Miguel de Cabreiros Local: Praça do Município
22h00: Cortejo das Rusgas Local: Praça da República
01h00: Fogo da Ponte Local: Monte Picoto
24 de Junho, quarta-feira ------------------------------------------~
09h00: Carro das Ervas (ou “dos Cheiros”), Carro do Rei David e Carro dos Pastores. Exibição da dança palaciana pelo Rei David” e “Auto Sacramental de São João”, pelos pastores. Saída, em cortejo pelas principais ruas da zona histórica da cidade. Estas representações medievais são ímpares e tradicionais nas festas de São João de Braga.Local: Largo de São João do Souto
16h30: Concerto pelo Orfeão de Braga dirigido pelo Maestro António Vilas BoasLocal: Largo do Paço
Fonte: Forum Bracara Augusta
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Deveria haver mais Shoppings nos Açores?
Actualmente existe nos Açores apenas um Shopping digno desse nome, falo do Parque Atlantico situado na cidade de Ponta Delgada. Neste momento está também em construção o DeckShopping Pero de Têve também nesta cidade, estando ainda projectado um para a ilha Terceira.
Actualmente Ponta Delgada com cerca de 40 mil habitantes na sua malha urbana e tendo uma influencia de 90 mil pessoas ou mais no seu dia a dia merecia mais oferta neste genero. O novo shopping é bem vindo, no entanto os Açores comparados com a Madeira ou o Continente ainda estão a principiar neste campo. Era bom o Hiper Solmar transformar-se também em Shopping com lojas âncora e cinemas, pois fica localizado numa zona nova da cidade em franco crescimento, necessitando assim de novos espaços de lazer.
Actualmente Ponta Delgada com cerca de 40 mil habitantes na sua malha urbana e tendo uma influencia de 90 mil pessoas ou mais no seu dia a dia merecia mais oferta neste genero. O novo shopping é bem vindo, no entanto os Açores comparados com a Madeira ou o Continente ainda estão a principiar neste campo. Era bom o Hiper Solmar transformar-se também em Shopping com lojas âncora e cinemas, pois fica localizado numa zona nova da cidade em franco crescimento, necessitando assim de novos espaços de lazer.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Florianopolis a maior cidade "açoriana" do Brasil
Conhecida como Ilha da Magia, a capital de Santa Catarina é linda, sofisticada e única, atrai turistas brasileiros e estrangeiros vindos de várias partes do mundo para contemplar a exuberância das suas 100 praias, e dos históricos e monumentais pontos turísticos que fazem parte da sua beleza.
No centro fica concentrada a maior parte da infra-estrutura e pontos turísticos não naturais da cidade de florianópolis sc. Hotéis, bares, restaurantes, antigas casas açorianas tombadas como Património Histórico, o grande Mercado Público construído em 1898, praças, museus e teatros que contam a história da ilha. A Ponte Hercílio Luz construída em 1926 para fazer a ligação entre a ilha e o continente, é o cartão postal da cidade; gigantesca e maravilhosa, sua estrutura encanta tanto de dia quanto de noite. Na Praça XV de Novembro, a grande figueira centenária do ano de 1871 faz sombra para os seus contempladores. A melhor qualidade de vida do país está aqui, noites super badaladas, surfe, praias paradisíacas e gente bonita, muita alegria no Folianópolis (nome dado ao carnaval de Florianópolis), que por ser uma grande festa, está recebendo o mesmo incentivo dos carnavais do Rio e São Paulo.
Nas Dunas da Joaca e do Santinho, os caçadores de emoção podem se aventurar com o sandboard, a adrenalina de surfar e curtir a paisagem de um deserto que é quase impossível de imaginar nessa região de contrastes e cores, é sensacional. A Lagoa da Conceição também reserva muitas surpresas, kit surf e Wind surf são os esportes preferidos dos visitantes dessa que é a maior lagoa da ilha. No Pântano do sul, o turista pode apreciar a boa culinária e deliciosos petiscos no Bar do Arantes, e ainda deixar o seu registro em papel na parede ou pendurado no teto, é um lugar interessante onde o cliente vai ser sempre lembrado. E para quem gosta de ostras, o restaurante certo é o Ostradamus em Ribeirão da Ilha, que serve as melhores ostras da região.
A Praia Mole é o principal point da galera jovem, muita badalação, azaração, surfe e vôos de parapente. Em Canasvieiras o fluxo de estrangeiros é intenso na alta temporada, uma linda praia de águas verdes e calmas. Trilhas, pesca e passeios de barco, também são boas opções para quem quer um passa-tempo diferente na ilha. Em Jurerê, os veleiros e lanchas do Iate Clube de Santa Catarina, dão um toque sofisticado ao visual. Em Naufragados, a pesca da tainha através da rede de arrasto jogada ao mar pelos pescadores, é um espetáculo à parte.
Florianópolis é um centro de turismo internacional, que une conforto e luxo com muita natureza e lindas praias. Por tudo o que a cidade tem a oferecer, o número de turistas que visitam a capital catarinense, só vem crescendo a cada ano, um bom sinal de que aqui as férias valem à pena.
No centro fica concentrada a maior parte da infra-estrutura e pontos turísticos não naturais da cidade de florianópolis sc. Hotéis, bares, restaurantes, antigas casas açorianas tombadas como Património Histórico, o grande Mercado Público construído em 1898, praças, museus e teatros que contam a história da ilha. A Ponte Hercílio Luz construída em 1926 para fazer a ligação entre a ilha e o continente, é o cartão postal da cidade; gigantesca e maravilhosa, sua estrutura encanta tanto de dia quanto de noite. Na Praça XV de Novembro, a grande figueira centenária do ano de 1871 faz sombra para os seus contempladores. A melhor qualidade de vida do país está aqui, noites super badaladas, surfe, praias paradisíacas e gente bonita, muita alegria no Folianópolis (nome dado ao carnaval de Florianópolis), que por ser uma grande festa, está recebendo o mesmo incentivo dos carnavais do Rio e São Paulo.
Nas Dunas da Joaca e do Santinho, os caçadores de emoção podem se aventurar com o sandboard, a adrenalina de surfar e curtir a paisagem de um deserto que é quase impossível de imaginar nessa região de contrastes e cores, é sensacional. A Lagoa da Conceição também reserva muitas surpresas, kit surf e Wind surf são os esportes preferidos dos visitantes dessa que é a maior lagoa da ilha. No Pântano do sul, o turista pode apreciar a boa culinária e deliciosos petiscos no Bar do Arantes, e ainda deixar o seu registro em papel na parede ou pendurado no teto, é um lugar interessante onde o cliente vai ser sempre lembrado. E para quem gosta de ostras, o restaurante certo é o Ostradamus em Ribeirão da Ilha, que serve as melhores ostras da região.
A Praia Mole é o principal point da galera jovem, muita badalação, azaração, surfe e vôos de parapente. Em Canasvieiras o fluxo de estrangeiros é intenso na alta temporada, uma linda praia de águas verdes e calmas. Trilhas, pesca e passeios de barco, também são boas opções para quem quer um passa-tempo diferente na ilha. Em Jurerê, os veleiros e lanchas do Iate Clube de Santa Catarina, dão um toque sofisticado ao visual. Em Naufragados, a pesca da tainha através da rede de arrasto jogada ao mar pelos pescadores, é um espetáculo à parte.
Florianópolis é um centro de turismo internacional, que une conforto e luxo com muita natureza e lindas praias. Por tudo o que a cidade tem a oferecer, o número de turistas que visitam a capital catarinense, só vem crescendo a cada ano, um bom sinal de que aqui as férias valem à pena.
História de Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
Os primeiros habitantes da região de Florianópolis foram os índios tupis-guaranis, praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência, os indícios de sua presença encontram-se nos sambaquis e sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4.800 A .C.
Já no início do século XVI, embarcações que demandavam à Bacia do Prata, aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecerem-se de água e víveres, entretanto, somente por volta de 1675, Francisco Dias Velho junto com sua família e agregados, deu início a povoação da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), segundo núcleo de povoamento mais antigo do Estado ainda fazendo parte da Vila de Laguna, desempenhando importante papel político na colonização da região.
A partir desta data intensifica-se o fluxo de paulistas e vicentistas que ocupam vários outros pontos do litoral. Em 1726, Nossa Senhora do Desterro é elevada à categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna. A ilha de Santa Catarina, por sua invejável posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passa a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começam a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha. Com a ocupação, tiveram prosperidade a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro. Nesta época, meados do século XVIII, verifica-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.
No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade, tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetou-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845). Com o advento da República em 1889, as resistências locais ao novo governo provocaram um distanciamento do governo central e a diminuição dos seus investimentos. A vitória das forças comandadas pelo Marechal Floriano Peixoto determinaram em 1894, a mudança do nome da cidade para Florianópolis, em homenagem a este oficial.
A cidade, ao entrar no século XX, passou por profundas transformações, sendo que a construção civil foi um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica e do sistema de fornecimento de água e captação de esgotos, somaram-se à construção da Ponte Governador Hercílio Luz, como marcos do processo de desenvolvimento urbano.
Hoje, a área do município, compreendendo a parte continental e a ilha, encampa 436,5 km2, com uma população de 369.781 habitantes. Fazem parte do Município de Florianópolis os seguintes distritos: Sede, Barra da Lagoa, Cachoeira do Bom Jesus, Campeche, Canasvieiras, Ingleses do Rio Vermelho, Lagoa da Conceição, Pântano do Sul, Ratones, Ribeirão da Ilha, Santo António de Lisboa e São João do Rio Vermelho. Florianópolis tem sua economia alicerçada nas atividades do comércio, prestação de serviços públicos, indústria de transformação e turismo. Recentemente a indústria do vestuário e a informática vem se tornando também setores de grande desenvolvimento.
Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se hoje, além das magníficas praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo António de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade de Florianópolis.
Os primeiros habitantes da região de Florianópolis foram os índios tupis-guaranis, praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência, os indícios de sua presença encontram-se nos sambaquis e sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4.800 A .C.
Já no início do século XVI, embarcações que demandavam à Bacia do Prata, aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecerem-se de água e víveres, entretanto, somente por volta de 1675, Francisco Dias Velho junto com sua família e agregados, deu início a povoação da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), segundo núcleo de povoamento mais antigo do Estado ainda fazendo parte da Vila de Laguna, desempenhando importante papel político na colonização da região.
A partir desta data intensifica-se o fluxo de paulistas e vicentistas que ocupam vários outros pontos do litoral. Em 1726, Nossa Senhora do Desterro é elevada à categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna. A ilha de Santa Catarina, por sua invejável posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passa a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começam a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha. Com a ocupação, tiveram prosperidade a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro. Nesta época, meados do século XVIII, verifica-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.
No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade, tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetou-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845). Com o advento da República em 1889, as resistências locais ao novo governo provocaram um distanciamento do governo central e a diminuição dos seus investimentos. A vitória das forças comandadas pelo Marechal Floriano Peixoto determinaram em 1894, a mudança do nome da cidade para Florianópolis, em homenagem a este oficial.
A cidade, ao entrar no século XX, passou por profundas transformações, sendo que a construção civil foi um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica e do sistema de fornecimento de água e captação de esgotos, somaram-se à construção da Ponte Governador Hercílio Luz, como marcos do processo de desenvolvimento urbano.
Hoje, a área do município, compreendendo a parte continental e a ilha, encampa 436,5 km2, com uma população de 369.781 habitantes. Fazem parte do Município de Florianópolis os seguintes distritos: Sede, Barra da Lagoa, Cachoeira do Bom Jesus, Campeche, Canasvieiras, Ingleses do Rio Vermelho, Lagoa da Conceição, Pântano do Sul, Ratones, Ribeirão da Ilha, Santo António de Lisboa e São João do Rio Vermelho. Florianópolis tem sua economia alicerçada nas atividades do comércio, prestação de serviços públicos, indústria de transformação e turismo. Recentemente a indústria do vestuário e a informática vem se tornando também setores de grande desenvolvimento.
Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se hoje, além das magníficas praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo António de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade de Florianópolis.
Emigração Açoriana no Brasil
A verdadeira colonização do Brasil mediante a imigração sistemática, teve seu início em 1532, com a chegada da famosa expedição de MARTIN AFFONSO DE SOUZA, que fundou a primeira vila no Brasil, chamada de São Vicente. Mais importante do que uma simples Feitoria, a Vila de São Vicente desenvolveu-se, vindo a constituir sede de próspera capitania.
A partir de 1532 numerosos portugueses foram paulatinamente se estabelecendo ao longo do litoral brasileiro desde a foz do Amazonas até o estuário do Rio da Prata. Eram atraídos pelos bens que a nova terra lhes oferecia, graças aos tesouros enterrados em seu subsolo, à exuberância de sua natureza e à prodigiosidade de seu solo adequado ao cultivo agrícola e pastoril. A isso se aliava a relativa facilidade de obtenção do braço indígena trabalhador, pois os brasilíndios litorâneos eram pouco hostis aos primeiros desbravadores. A colonização das novas terras descobertas por PEDRO ÁLVARES CABRAL foi se processando por surtos, determinados por levas de imigrantes mais ou menos numerosas e aportadas em épocas as mais diversas.
A emigração de casais açorianos para o Brasil começou no Século XVII, quando 50 familias constituídas por 219 pessoas embarcaram, no dia 29 de março de 1677, no barco Jesus, Maria e José em Horta, Ilha de Faial, com destino ao Grão Pará, atual Estado do Pará,.
Em meados do Século XVII começou a se realizar, por determinação das autoridades de Lisboa, uma bem sucedida experiência de colonização dotipo moderno mediante a fixação de famílias ao solo. Essa imigração em massavisava defender e povoar os atuias estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, pois a Coroa estava convencida que a melhor maneira de garantir a posse da terra era povoá-la. Assim, imigraram para o Brasil a partir de 1732 milhares de colonos ilhéus oriundos do arquipélago dos Açores.
Em 31 de agosto de 1746, o rei DOM JOÃO V de Portugal comunicou aos habitantes das ilhas dos Açores que a Coroa oferecia uma série de vantagens aos casais ilhéus que decidissem emigrar para o litoral do sul do Brasil. Nos termos de um edital fartamento distribuído pelas nove ilhas do arquipélago as vantagens do convite eram evidentes:- "haverá um grande alívio nas ilhas porque elas não mais verão padecer os seus moradores, uma vez que vão diminuir os males da indigência em que todos vivem;"- "haverá um grande benefício para o Brasil, já que os imigrantes irão cultivar terras ainda não exploradas."O edital acenava com uma série de mordomias, a partir do "transporte gratuito até os citios que se lhes destinarem para as suas abitaçoens. E logo que chegarem aos citios que haverão de habitar, se dará a cada casal uma espingarda, duas enxadas, um machado, uma enxó, um martelo, um facão, duas facas, duas tesouras, duas verrumas, uma serra com sua lima e travadeira, dois alqueires (27,5 litros) de sementes, duas vacas e uma égua. No primeiro ano se lhes dará a farinha, que se entende bastar para o sustento, assim dos homens como das mulheres, mas não às crianças que não tiverem 7 anos e, aos que tiverem até os 14, se lhes dará quarta e meia de alqueire para cada mês. Se dará a cada casal um quarto de légua em quadra, para principiar as suas culturas, sem que se lhes levem direitos nem salários algum por esta sesmaria. E quando, pelo tempo adiante tiverem família com que possam cultivar mais terra, a poderão pedir ao governador do distrito".
Sua Majestade definiu que o primeiro estabelecimento de casais açorianos seria feito na Ilha de Santa Catarina e nas suas vizinhanças, "em que a fertilidade da terra, abundância de gados e grande quantidade de peixes conduzem muito para a comodidade e fartura desses novos habitantes".
Em menos de um ano, 7.817 pessoas declararam o desejo de se transferirem para o outro lado do Atlântico. Uma Provisão Régia do rei DOM JOÃO V, de 9 de agosto de 1747, determinou ao brigadeiro JOSÉ DA SILVA PAES, então governador da capitania da Ilha de Santa Catarina, que tomasse cuidado em tratar bem os novos colonos: "O dito brigadeiro porá todo o cuidado em que estes novos colonos sejam bem tratados e agasalhados e, assim que lhe chegar esta ordem, procurará escolher assim na mesma Ilha, como nas terras adjacentes, desde o Rio de São Francisco do Sul até o Serro de São Miguel, nos altos da Serra do Mar, e no sertão correspondente a este distrito, com atenção porém que se não dê a justa razão de queixa aos espanhóis confinantes".
Em 1747, FELICIANO VELHO OLDENBOURG, o fundador da companhia de comércio denominada Companhia da Ásia Portuguesa, fechou umcontrato com o governo português para transportar , para o atual Estado de Santa Catarina, as cerca de 4.000 familias açorianas que atendaram ao edital de D. JOÃO V. A maioria delas emigrou porque a miséria grassava no Arquipélago, resultado do fraco desenvolvimento das ilhas na produção do trigo e do pastel, uma planta tintureira, outrora as suas maiores riquezas. A isso acresceu-se o excesso demográfico, que atingia níveis intoleráveis nas ilhas maiores.
Santa Catarina recebeu 4.612 pessoas em 1748, 1.666 em 1749, 860 em 1750 e 679 em 1753. Somente nesses cinco anos, os casais açorianos que ali seestabeleceram duplicaram a escassa população da então capitania de Santa Catarina. Dos imigrantes aportados, trinta por cento fixou-se nas freguesias de Nossa Senhora do Rosário, da Enseada de Brito e de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa. Esse forte contingente ilhéu saiu de 72 freguesias dos Açores distribuídas pelas ilhas Terceira, São Jorge, Graciosa, Pico, São Miguel,Santa Maria e Faial. Depois disso a emigração das ilhas ocorreu com homens solteiros, mulheres solteiras e familias. Deve-se a essa gente o povoamento das regiões litorâneas do sul do Brasil, especialmente dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A imigração continuou no Século XX. Na década de 1911 a 1920, emigraram para o Brasil 2.740 açorianos. Na década de 1921 a 1930, foi de 3.401 o número de açorianos emigrados.
Ainda hoje, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, há sinais evidentes da presença açoriana, não só na arquitetura mas também nos usos, costumes e tradições, como as "Reisadas" e as "Festas do Espírito Santo", à boa maneira daquelas ilhas. A cidade de Porto Alegre-RS é um exemplo dos bons resultados da colonização açoriana. O local onde se encontra Porto Alegre era constituído por terras de sesmaria obtidas pelo imigrante madeirense Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos em 1740. Denominou-se inicialmente Porto Dornelles. Através da solicitação do governo do atual estado do Rio Grande do Sul, os portugueses resolveram firmar seu domínio naquele estado enviando levas de colonizadores açorianos que lá desembarcaram em fins de janeiro de 1752. Foram 60 casais, com mais de 300 pessoas, que vieram juntar-se aos povoadores iniciais e transformaram o local uma cidade que foi chamada oficialmente de Porto de São Francisco dos Casais em homenagem a esses imigrantes. O sucesso desse esforço de povoamento assegurou ao Brasil a integração das terras situadas mais ao sul do Estado de São Paulo, complementando a ação das Entradas e Bandeiras que, acompanhando os afluentes da margem esquerda do Rio Paraná, já se haviam entranhado e apossado de quase toda a bacia desse grande rio.
Deve-se destacar que os açorianos aparecem, na história do Brasil, em diversas regiões. Além dos que se estabeleceram em Grão Pará e Santa Catarina, outros se espalharam pelo Brasil. As principais atividades exercidas variavam de acordo com a região onde se fixaram:
Agricultura: Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Caça à baleia: Pará e Paraíba
Extração Mineral: Minas Gerais
Pecuária: São Paulo e São Vicente
Pesca: Santa Catarina
Produção de Açúcar: Bahia e Pernambuco
Produção de Borracha: Amazonas
Serviços: Rio de Janeiro
Atualmente, vivem no Brasil mais de 1 milhão e 200 mil portugueses, grande parte constituída por açorianos e seus descendentes.
(Baseado em texto de José Pinheiro Machado de Assis Brasil)
A partir de 1532 numerosos portugueses foram paulatinamente se estabelecendo ao longo do litoral brasileiro desde a foz do Amazonas até o estuário do Rio da Prata. Eram atraídos pelos bens que a nova terra lhes oferecia, graças aos tesouros enterrados em seu subsolo, à exuberância de sua natureza e à prodigiosidade de seu solo adequado ao cultivo agrícola e pastoril. A isso se aliava a relativa facilidade de obtenção do braço indígena trabalhador, pois os brasilíndios litorâneos eram pouco hostis aos primeiros desbravadores. A colonização das novas terras descobertas por PEDRO ÁLVARES CABRAL foi se processando por surtos, determinados por levas de imigrantes mais ou menos numerosas e aportadas em épocas as mais diversas.
A emigração de casais açorianos para o Brasil começou no Século XVII, quando 50 familias constituídas por 219 pessoas embarcaram, no dia 29 de março de 1677, no barco Jesus, Maria e José em Horta, Ilha de Faial, com destino ao Grão Pará, atual Estado do Pará,.
Em meados do Século XVII começou a se realizar, por determinação das autoridades de Lisboa, uma bem sucedida experiência de colonização dotipo moderno mediante a fixação de famílias ao solo. Essa imigração em massavisava defender e povoar os atuias estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, pois a Coroa estava convencida que a melhor maneira de garantir a posse da terra era povoá-la. Assim, imigraram para o Brasil a partir de 1732 milhares de colonos ilhéus oriundos do arquipélago dos Açores.
Em 31 de agosto de 1746, o rei DOM JOÃO V de Portugal comunicou aos habitantes das ilhas dos Açores que a Coroa oferecia uma série de vantagens aos casais ilhéus que decidissem emigrar para o litoral do sul do Brasil. Nos termos de um edital fartamento distribuído pelas nove ilhas do arquipélago as vantagens do convite eram evidentes:- "haverá um grande alívio nas ilhas porque elas não mais verão padecer os seus moradores, uma vez que vão diminuir os males da indigência em que todos vivem;"- "haverá um grande benefício para o Brasil, já que os imigrantes irão cultivar terras ainda não exploradas."O edital acenava com uma série de mordomias, a partir do "transporte gratuito até os citios que se lhes destinarem para as suas abitaçoens. E logo que chegarem aos citios que haverão de habitar, se dará a cada casal uma espingarda, duas enxadas, um machado, uma enxó, um martelo, um facão, duas facas, duas tesouras, duas verrumas, uma serra com sua lima e travadeira, dois alqueires (27,5 litros) de sementes, duas vacas e uma égua. No primeiro ano se lhes dará a farinha, que se entende bastar para o sustento, assim dos homens como das mulheres, mas não às crianças que não tiverem 7 anos e, aos que tiverem até os 14, se lhes dará quarta e meia de alqueire para cada mês. Se dará a cada casal um quarto de légua em quadra, para principiar as suas culturas, sem que se lhes levem direitos nem salários algum por esta sesmaria. E quando, pelo tempo adiante tiverem família com que possam cultivar mais terra, a poderão pedir ao governador do distrito".
Sua Majestade definiu que o primeiro estabelecimento de casais açorianos seria feito na Ilha de Santa Catarina e nas suas vizinhanças, "em que a fertilidade da terra, abundância de gados e grande quantidade de peixes conduzem muito para a comodidade e fartura desses novos habitantes".
Em menos de um ano, 7.817 pessoas declararam o desejo de se transferirem para o outro lado do Atlântico. Uma Provisão Régia do rei DOM JOÃO V, de 9 de agosto de 1747, determinou ao brigadeiro JOSÉ DA SILVA PAES, então governador da capitania da Ilha de Santa Catarina, que tomasse cuidado em tratar bem os novos colonos: "O dito brigadeiro porá todo o cuidado em que estes novos colonos sejam bem tratados e agasalhados e, assim que lhe chegar esta ordem, procurará escolher assim na mesma Ilha, como nas terras adjacentes, desde o Rio de São Francisco do Sul até o Serro de São Miguel, nos altos da Serra do Mar, e no sertão correspondente a este distrito, com atenção porém que se não dê a justa razão de queixa aos espanhóis confinantes".
Em 1747, FELICIANO VELHO OLDENBOURG, o fundador da companhia de comércio denominada Companhia da Ásia Portuguesa, fechou umcontrato com o governo português para transportar , para o atual Estado de Santa Catarina, as cerca de 4.000 familias açorianas que atendaram ao edital de D. JOÃO V. A maioria delas emigrou porque a miséria grassava no Arquipélago, resultado do fraco desenvolvimento das ilhas na produção do trigo e do pastel, uma planta tintureira, outrora as suas maiores riquezas. A isso acresceu-se o excesso demográfico, que atingia níveis intoleráveis nas ilhas maiores.
Santa Catarina recebeu 4.612 pessoas em 1748, 1.666 em 1749, 860 em 1750 e 679 em 1753. Somente nesses cinco anos, os casais açorianos que ali seestabeleceram duplicaram a escassa população da então capitania de Santa Catarina. Dos imigrantes aportados, trinta por cento fixou-se nas freguesias de Nossa Senhora do Rosário, da Enseada de Brito e de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa. Esse forte contingente ilhéu saiu de 72 freguesias dos Açores distribuídas pelas ilhas Terceira, São Jorge, Graciosa, Pico, São Miguel,Santa Maria e Faial. Depois disso a emigração das ilhas ocorreu com homens solteiros, mulheres solteiras e familias. Deve-se a essa gente o povoamento das regiões litorâneas do sul do Brasil, especialmente dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A imigração continuou no Século XX. Na década de 1911 a 1920, emigraram para o Brasil 2.740 açorianos. Na década de 1921 a 1930, foi de 3.401 o número de açorianos emigrados.
Ainda hoje, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, há sinais evidentes da presença açoriana, não só na arquitetura mas também nos usos, costumes e tradições, como as "Reisadas" e as "Festas do Espírito Santo", à boa maneira daquelas ilhas. A cidade de Porto Alegre-RS é um exemplo dos bons resultados da colonização açoriana. O local onde se encontra Porto Alegre era constituído por terras de sesmaria obtidas pelo imigrante madeirense Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos em 1740. Denominou-se inicialmente Porto Dornelles. Através da solicitação do governo do atual estado do Rio Grande do Sul, os portugueses resolveram firmar seu domínio naquele estado enviando levas de colonizadores açorianos que lá desembarcaram em fins de janeiro de 1752. Foram 60 casais, com mais de 300 pessoas, que vieram juntar-se aos povoadores iniciais e transformaram o local uma cidade que foi chamada oficialmente de Porto de São Francisco dos Casais em homenagem a esses imigrantes. O sucesso desse esforço de povoamento assegurou ao Brasil a integração das terras situadas mais ao sul do Estado de São Paulo, complementando a ação das Entradas e Bandeiras que, acompanhando os afluentes da margem esquerda do Rio Paraná, já se haviam entranhado e apossado de quase toda a bacia desse grande rio.
Deve-se destacar que os açorianos aparecem, na história do Brasil, em diversas regiões. Além dos que se estabeleceram em Grão Pará e Santa Catarina, outros se espalharam pelo Brasil. As principais atividades exercidas variavam de acordo com a região onde se fixaram:
Agricultura: Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Caça à baleia: Pará e Paraíba
Extração Mineral: Minas Gerais
Pecuária: São Paulo e São Vicente
Pesca: Santa Catarina
Produção de Açúcar: Bahia e Pernambuco
Produção de Borracha: Amazonas
Serviços: Rio de Janeiro
Atualmente, vivem no Brasil mais de 1 milhão e 200 mil portugueses, grande parte constituída por açorianos e seus descendentes.
(Baseado em texto de José Pinheiro Machado de Assis Brasil)
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Desporto - Taça das Confederações
Mais uma taça da Fifa. Uma antecamara para o mundial do próximo ano na Africa do Sul.
Eis os resultados:
Resultados Grupo A:
África Sul-Iraque, 0-0
Nova Zelândia-Espanha, 0-5(Torres, 6, 14 e 17; Fabregas, 24; Villa, 48)
Resultados Grupo B:
Brasil-Egipto, 4-3(Kaka 7 e 91; Luís Fabiano 11, Juan 37 pelo Brasil, Zidan 8 e 55; Shawky 54 pelo Egipto)
Eis os resultados:
Resultados Grupo A:
África Sul-Iraque, 0-0
Nova Zelândia-Espanha, 0-5(Torres, 6, 14 e 17; Fabregas, 24; Villa, 48)
Resultados Grupo B:
Brasil-Egipto, 4-3(Kaka 7 e 91; Luís Fabiano 11, Juan 37 pelo Brasil, Zidan 8 e 55; Shawky 54 pelo Egipto)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Festas de Santo António da Lagoa
Tiveram ontem inicio as festas de Santo António na vila da Lagoa. Na sua abertura houve uma sessão solene onde participou o Bispo D. Manuel Martins. A sua palestra faz-nos pensar sobre o mundo de hoje. Valeu a pena!
Até dia 14 serão vários os artistas a passar por cá, dos quais se destaca na noite de hoje, dia 11 de Junho, o Quim Barreiros
Até dia 14 serão vários os artistas a passar por cá, dos quais se destaca na noite de hoje, dia 11 de Junho, o Quim Barreiros
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